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| Sandro Munari, Monte Carlo 1977 |
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
O CARRO MAIS RÁPIDO DA FIGUEIRA DA FOZ
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
CAMINHOS DE FÁTIMA BTT
Efectuar Cascais/Fátima, de bicicleta era uma ideia que eu tinha à algum tempo, sempre pelos caminhos dos peregrinos, em modo offroad claro, pela estrada é muito curriqueiro...., tentei fazer um tracking com base em experiencias de colegas bttistas anteriores, treinei um pouco ultimamente, para tentar perder alguns kilos, pois porque isto de estar parado 2 anos e tal, acumula-se muito peso, enfim depois de um mês de Agosto um bocado agitado, com boas e más noticias, estava na hora de arranjar um dia para partir, lá preparei as coisa e dia 6 de Setembro apanhei o comboio para Lisboa, e chegado Cais do Sodré, lets go, direcção parque das nações, onde começa oficialmente o percurso dos caminheiros, a manhã estava fresquinha, pelas 7.15 da manhã, e lá começa a aventura, sosinho sempre tentando seguir as setas amarelas, sacavém, Alverca, VilaFranca, sempre junto ao tejo, pedalando sempre em modo diesel, castanheira do ribatejo, entre asfalto e terra, sempre plano, é giro o nosso ribatejo, chegando a Vila da Rainha, apanha se a nacional N3 cheia de transito por causa da fuga ás Auto Estradas, e tenho que levar com ela até à terra dos tomates, Azambuja, onde comecei a ter companhia ocasional do speedy Amilcar, profundo conhecedor da região, lá voltámos ao modo offroad sempre por estradões, com plantações de tomates e girassois por todo o lado, a um ritmo de média de 19 h, por volta das 12.30 h lá chegámos a Santarém, com 100 kms percorridos, com um calor abrasador, pequena pausa para reabaestecer de àgua e comida, e por volta da 13.15 de volta ao caminho em direcção a Pernes, percurso com altos e baixos, com 20 kms p fazer até Alcanena, chegado a Alcanena (olhos de àgua) toca a subir durante 12 kms para Minde, onde a serra de Mira de Aire me tirava todas as forças, super duro, esta parte do percurso, chegado a Minde, direcção Fátima onde a subida em direcção a um nome que chamam COVÃO, me secou as pernas, já ia com 7h30m de bike nas pernas, e onde as placas amarelas diziam faltam 15,4 Kms para Fátima, abençoados kms que demoraram mais de 2 horas a fazer porque as rectas são intermináveis e ligeiramente a subir,e por volta das 18.30h da tarde estava no Santuário.
Com quase 22 anos de ciclismo e de BTT, já fiz vários eventos por toda a Europa, mas sempre com treino suficiente para chegar ao fim, desta vez, a parte final do percurso foi a bicicleta e a cabeça que fizeram, não as pernas. A bicicletas nem um unico problema, a SPECIALIZED CAMBER 29, talvez a bike indicada para este tipo de chalenge, devido às rodas e ao seu conforto.
Para acabar, se quiserem fazer esta aventura, cuidado que a estação da CP de Fátima fica a 30 kms do santuário, portanto sujiro que apanhem um taxi, porque não acredito que depois de fazerem 150 kms e passarem 9 horas de BTT tenham forças para irem de bicicleta apanhar o comboio, a não ser que durmam lá ou façam em 2 dias o que quase todas as pessoas fazem.Esta da estação é mais uma das anendotas deste país, onde Fátima leva inumeros turistas.Cuidado se apanharem um revisor mal encarado, obriga a desmontar as rodas da bike, para ela ir arrumada, que foi o meu caso.
Com quase 22 anos de ciclismo e de BTT, já fiz vários eventos por toda a Europa, mas sempre com treino suficiente para chegar ao fim, desta vez, a parte final do percurso foi a bicicleta e a cabeça que fizeram, não as pernas. A bicicletas nem um unico problema, a SPECIALIZED CAMBER 29, talvez a bike indicada para este tipo de chalenge, devido às rodas e ao seu conforto.
Para acabar, se quiserem fazer esta aventura, cuidado que a estação da CP de Fátima fica a 30 kms do santuário, portanto sujiro que apanhem um taxi, porque não acredito que depois de fazerem 150 kms e passarem 9 horas de BTT tenham forças para irem de bicicleta apanhar o comboio, a não ser que durmam lá ou façam em 2 dias o que quase todas as pessoas fazem.Esta da estação é mais uma das anendotas deste país, onde Fátima leva inumeros turistas.Cuidado se apanharem um revisor mal encarado, obriga a desmontar as rodas da bike, para ela ir arrumada, que foi o meu caso.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Figueira da Foz e os Rallyes
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| António Gravato/Carlos Tenreiro |
Para se ter a noção da popularidade dos rallyes na Figueira, vejamos a foto da prova de slalom, julgo que seja em 1980, com o piloto Figueirense Fernando Gama, o publico que estava a assistir. Vou prestar homenagem a uma dupla Figueirense, ou melhor Figueira/Buarcos, António Gravato/Carlos Tenreiro, grandes histórias que tivemos junto nos rallyes e não só. Agora fala-se de carros e ver a bola.
1 Abraço aos 2.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
RALLYES À CHUVA
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| Ari Vatanen, rallye du Quebec 1979 Super Especial |
- Já não podem andar á chuva os pilotos...
- Já não podem andar com nevoeiro, por razoes de segurança...
- Reclamam dos troços á noite,
quarta-feira, 28 de março de 2012
RALLYE VINHO DO PORTO 1980
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| Ari Vatanen Lousã 1980 |
terça-feira, 20 de março de 2012
20 anos passados
O tempo passa depressa, os carros passam depressa, nem todos, mas o bicho dos rallyes continua sempre, apesar de não ser a mesma coisa, faz agora 20 anos que se ia ver fafe, carvalho de rei, freita, s lourenço, aboboreira, viseu, cada um com a sua história, a longa semana fora de casa, a fazer 1.500 kms por essas nacionais, a conviver com as gentes de cada região, com sotaques diferentes, a beber vinhos de adegas diferentes, comidas etc, a fazer barbaridades no transito, a efectuar troços com os carros de aluguer, isto sempre acompanhado pelo meu melhor amigo Nuno, que raramente vejo, mas não esqueço.
As vitórias do Carlos, do Juha, do Miki, os Lancia Integrale, o Ford Cosworth, o Toyota Celica.
As noitadas em fafe, em Arganil, os autocolantes colados nos carros de Aluguer, e as histórias que tinhamos de contar aos empregados da garagem do João, o dinheiro que se gastava, onde nem se falava em crise, pois viviamos todos em casa do papá e da mamã.
Enfim mais velho, mas com boa memória, e saudades disto tudo.
As vitórias do Carlos, do Juha, do Miki, os Lancia Integrale, o Ford Cosworth, o Toyota Celica.
As noitadas em fafe, em Arganil, os autocolantes colados nos carros de Aluguer, e as histórias que tinhamos de contar aos empregados da garagem do João, o dinheiro que se gastava, onde nem se falava em crise, pois viviamos todos em casa do papá e da mamã.
Enfim mais velho, mas com boa memória, e saudades disto tudo.
terça-feira, 13 de março de 2012
FIAT 131 ABARTH
Nunca fui grande fã dos produtos italianos, desde motas, carros, bicicletas, etc, mas tenho que dizer que o que fazem tem pinta, mas a qualidade é de assustar, depois do projecto Lancia Stratos ter acabado, o grupo Fiat começou a correr nos Rallyes, com 131 Mirafiori, que na sua versão de série era de assustar, mas o grupo 4 desenvolvido pela Abarth, ao principio comandados pelo Daniele Audetto, mais tarde substituido pelo grande Cesare Fiorio, teve enorme sucesso, no mundial de Rallyes sendo campeão do mundo em 1977, 78, 80, 81, batendo a rival Ford, nesses anos, mas os meios também já eram outros, sempre com 3 ou 4 carros à partida, com pilotos tais como Markku Alen, Walter Rohrl, o falecido Attilio Bettega, Jean Claude Andruet, Vudafieri, Dario Cerrato, enfim, havia dinheiro para toda gente, temos que concordar que o carro era uma grande máquina, com um roncar fora de serie, e a nivel de fiabilidade, muito bom, nunca ganhou o Safari, vai se lá saber porquê, enquanto o Ford RS1800 o ganhou.
Passou muitas vezes pela Figueira, quando o Vinho do Porto lá passava, vi pilotos com o Verini, Alen, Bettega, a passear na Figueira, e quando erao mês de Março já cheirava a carros na Figueira. Em Portugal, não teve sucesso, somente uma vitória no Rallye Douro Sul, pelas mãos do Piloto de Aveiro, João Santos, que era cunhado do Nini Russo, chefe de logistica da Abarth....
Passou muitas vezes pela Figueira, quando o Vinho do Porto lá passava, vi pilotos com o Verini, Alen, Bettega, a passear na Figueira, e quando erao mês de Março já cheirava a carros na Figueira. Em Portugal, não teve sucesso, somente uma vitória no Rallye Douro Sul, pelas mãos do Piloto de Aveiro, João Santos, que era cunhado do Nini Russo, chefe de logistica da Abarth....
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